Genero
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Criação
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Christian
Torpe
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Atores
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Nikolaj
Groth
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Morten
Vang Simonsen
·
Sara
Hjort Ditlevse
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Rita
Uma série que tem como pano de fundo uma escola
A protagonista é uma professora fora das regras.
Na perspectiva feminista podemos adentrar no subliminar
dessa mulher que não obedece regras.
Ela tem mais de 40 anos e é livre, separada, e tem uma vida
sexual ativa.
Aqui ela é vista como alguém errada até por uma feminista já
que ela faz sexo com homens casados.
Não tem sororidade.
Bebe e fuma muito. E assiste tv nas horas vagas.
Uma mulher sexualmente bem resolvida tem que ser uma mulher
que não respeita regras!
Esse é o mundo machista de netflix!
Porque ela não poderia só sair com os homens solteiros por
exemplo?
Ela tem problemas em relacionamentos. Um dos caras com quem
sai, o solteiro da história, o diretor da escola, inclusive eles transam em
horário de trabalho, se declara e ela tenta conviver com ele.
Mesmo aqui, ela não pode ter a liberdade de ser cuidada sem
pertencer. O não querer dela é um erro dela, ela teve traumas desde a
adolescência
Na ultima temporada visitamos a Rita jovem.
Uma lolita. A piranha do patriarcado que transaou com o pai
da amiga aos 16 anos!
A cena é patética!
Ela fala algo inteligente, o homem de 40 diz que ela fala
como adulta, ela diz que ele a quer. Ele não nega. Não sai do quarto. Não se
defende. Mas sabemos que ela o atacou!
Ela subiu em cima dele
Ela se ofereceu
Ela começou a beijá-lo
Quando a amiga diz a mãe, na cena em que tudo se revela, as
duas mulheres que Rita ali contava, a amiga e a mãe da amiga, a deixam, ela uma
adolescente que tinha problemas em casa, sem mãe presente ( SIM A MÃE DE
RITA a abandonou nessa fase) será essa
mulher que não terá ninguém no futuro.
A mãe tem capitulo especial, afinal foi viver sua vida e deixou a filha. Mais uma vez a produção reforça a ideia do quanto é um problema a mulher ser livre. A escolha da mãe de Rita a fez assim. E Rita continuará sendo incrível, livre mas solitária, por não aceitar a regra de ser de um homem só.
A mãe tem capitulo especial, afinal foi viver sua vida e deixou a filha. Mais uma vez a produção reforça a ideia do quanto é um problema a mulher ser livre. A escolha da mãe de Rita a fez assim. E Rita continuará sendo incrível, livre mas solitária, por não aceitar a regra de ser de um homem só.
O tempo todo é chamada de anormal pelos filhos já adultos e
bem criados diga se de passagem.
Existe nessa série um machismo bem estruturado, num discurso
subliminar muito bem camuflado através do cotidiano escolar de um país tão
ícone sobre a educação.
Ainda há muito o que se discutir quando as mulheres são
protagonistas.
Seremos sempre um problema quando nossa liberdade for o foco
da trama?

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